23 de setembro de 2013

COSTA CONCORDIA RESGATADO

COSTA CONCÓRDIA RESGATADO 

Ao final de 20 meses e 19 horas de manobras, o paquete Costa Concordia regressou à posição vertical, ao largo da ilha italiana de Giglio.
Com a remoção da embarcação prevista apenas para o final da primavera, as equipas técnicas no local trabalham agora na estabilização do navio antes de tentarem resgatar os últimos corpos de 2 das 32 vítimas do naufrágio.
Os familiares das vítimas visitaram o local do naufrágio, onde depositaram uma coroa de flores.
A filha de uma das vítimas testemunha:
“Um ano depois é indiscritível a sensação de ainda estar à sua espera. Espero sinceramente que, depois de estabilizarem o navio, que possam recuperar o seu corpo”.
Os trabalhos para resgatar os cadáveres, coincidem com o debate em Itália sobre o local onde o Costa Concordia será desmantelado.
Pelo menos nove portos italianos já entraram na “corrida”, criticada pelo ministro do ambiente, entre os quais os portos de Palermo e Génova.
As equipas de resgate vão ter ainda nos próximos dias uma nova tarefa, recuperar os pertences pessoais dos cofres fortes de mais de 4 mil cabinas.
euronews.com
É interessante que no passado se fizeram comparações com o Titanic por coincidir com o centenário do naufrágio e as datas do mês serem próximas, aliadas ao tempo frio. Mas esta fotografia também deixa uma recordação da imagem de capa do filme Ghosts Of Abyss.

9 de setembro de 2013

Um violino que foi usado na viagem do Titanic ficará exposto ao público a partir do dia 18 de Setembro no museu Titanic Belfast ...

Um violino que foi usado durante a travessia do Titanic e que afundou junto com o transatlântico em 1912 ficará exposto ao público a partir do dia 18 de Setembro no museu Titanic Belfast, antes de ser leiloado.

O violino pertencia a Wallace Hartley, o diretor da orquestra do cruzeiro, que, junto com os outros sete músicos, entrou para a história do Titanic ao tocar seu instrumento ao mesmo tempo em que o lendário navio afundava, após se chocar com um iceberg na madrugada de 15 de abril, há mais de um século.
Tanto o instrumento como o corpo do músico foram recuperados das águas do Atlântico dias depois do acidente, junto com as cartas de sua amada, Maria Robinson, que tinha dado o violino de presente para celebrar o compromisso.
Mas as coisas não foram assim até 2006, quando o instrumento reapareceu e suscitou um intenso debate sobre sua autencidade, que foi investigada durante sete anos até ficar provado, em 2011, que Wallace Hartley tinha tocado este mesmo violino no Titanic.
Agora o violino ficará exposto, junto com seu estojo de pele com as iniciais do músico (W.H.H.), em uma das maiores exposições sobre o transatlântico, no museu Titanic Belfast, situado junto aos estaleiros de Hartland & Wolf, onde a embarcação foi construída.
"O violino estava atado ao corpo de Wallace Hartley quando foi descoberto. É uma bonita história que surgiu da cena do desastre. (O instrumento) volta ao berço do Titanic em Belfast", disse nesta segunda-feira Tim Husband, porta-voz do museu.
O instrumento estará exposto pela última vez em Belfast antes que a casa de leilões Henry Aldridge & San o leve a leilão em 19 de outubro, com um preço que ainda não foi estipulado.

Titanic 2012 Mini séries Assistir


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8 de setembro de 2013

Estaria o capitão Edward Smith bêbado na no dia do naufrágio do Titanic?

CAPITÃO DO TITANIC BÊBADO 
O capitão do Titanic estava bêbado quando o navio bateu num iceberg e afundou, alega um documento recém-descoberto.
O capitão Edward Smith foi, aparentemente, visto a beber no bar do salão do navio.
Os livros de história mencionam que o capitão acordou quando o navio bateu no iceberg e que corajosamente decidiu ir para o fundo com o seu navio. Mas um relato inédito da sobrevivente Emily Richards culpa o capitão Smith pela tragédia e diz que ele estava a beber nas horas antes da colisão. A passageira de segunda-classe fez a acusação numa carta que ela escreveu para casa dois dias depois do naufrágio, ainda a bordo do Carpathia, que resgatou os sobreviventes do Titanic. A Sra. Richards, de 24 anos, e os seus dois filhos foram resgatados nos botes salva-vidas, mas o seu irmão, George, estava entre as 1.500 pessoas que morreram nas águas geladas do Atlântico. Na carta, enviada para a sua sogra, a Sra. Richards, de Penzance, Cornwall, escreveu: "O barco atingiu um iceberg às 11 horas no domingo à noite. O capitão foi para o salão beber, e deu ordens para alguma outra pessoa olhar pelo navio. Foi falha do Capitão. O meu pobre irmão George... muitos morreram afogados, é tudo quanto sabemos até agora."
É amplamente reconhecido que o Capitão Smith, de 62 anos, passou a noite do desastre num jantar no restaurante de primeira-classe antes de retornar ao seu camarote. Mas o relato feito pela Sra. Richards oferece uma alternativa atraente para os seus movimentos naquela noite fatídica.
O documento, juntamente com a segunda carta que ela escreveu para casa depois de chegar a New York no Carpathia, veio à luz com o 100º aniversário do naufrágio.
Ambas foram vendidas pelos Leiloeiros Henry Aldridge e Filho de Devizes, Wilts, com uma estimativa de £ 20.000.
O leiloeiro Andrew Aldridge disse: "Esta mulher estava muito abalada com a perda do seu ente querido, é normal que quisesse ter alguém a quem culpar, e claramente ela culpou o capitão. Tanto quanto sabemos não há outros relatos de testemunhas que coloquem o capitão no salão a beber na noite do naufrágio. Então o relato de Emily Richards não é consistente com as dezenas de outros que existem."
Um especialista no Titanic disse que esta é a primeira vez com que ele se depara com uma acusação ou insinuação de que o Capitão Smith tenha bebido na noite do naufrágio.
Una Reilly, co-fundadora da Belfast Titanic Society, questiona-se por que Emily Richards não fez a acusação pública, se o que ela tinha presenciado era verdade.
A Sra. Reilly disse: "Ela pode ter testemunhado o capitão no bar do salão, mas o que ele estava a beber não pode ser comprovado. Não se pode dizer que ela estava enganada, porque ela era a única que estava lá, mas eu acho estranho ela não repetir essa acusação, mais tarde, em entrevistas e inquéritos. Eu nunca ouvi essa acusação ser lançada sobre o Capitão Smith antes. Nunca se levantou qualquer dúvida sobre ele nas duas investigações oficiais sobre o desastre. Após o naufrágio o Capitão Smith foi quase glorificado por ter ido ao fundo com o navio, não havia muita culpa ligada a ele. Existia uma estátua do capitão Smith erguida na sua cidade natal em Lichfield em Staffordshire sem qualquer mancha no seu carácter. Eu não posso imaginar que ele tenha ido beber com os passageiros."
A Sra. Richards e os seus dois filhos, William e Sibley, estavam a caminho de New York para se juntar ao marido James, que havia emigrado para o Ohio no início desse ano.
Ela partiu na viagem inaugural do Titanic de Southampton para New York com os seus filhos, seu irmão mais novo, George, 23 anos, sua irmã Nellie, e sua mãe, Elizabeth.
Após o navio atingir o iceberg  pelas 23:40 de 14 de abril de 1912, as três mulheres e as duas crianças foram ajudadas a entrar num bote salva-vidas, mas George permaneceu a bordo.
A Sra. Richards escreveu mais tarde a partir do Carpathia: "Espero nunca mais voltar a ver tal coisa. Foi-se como um suspiro. O mar parecia como a água de piscina. Eu e a minha mãe e as crianças, embarcamos num bote. Os mais pobres tinham que vir depois. Espero que o meu pobre George esteja a salvo. Dou graças por ter os meus dois filhos queridos a salvo e minha querida mãe e a Ellen. Perdi todas as minhas coisas... mas não me importo, estou a salvo.
Na segunda carta, escrita mais tarde no Hotel Star, em New York, ela escreveu: "George pobre rapaz está desaparecido. Willie estava vestido com um casaco feito de lona de cobrir os botes, o bebê tem uma gripe, mas Willie está bem. Os norte-americanos foram gentis a respeito de nos darem roupas. Esta cidade é uma cidade de luto." Sabe-se que a Sra. Richards, como passageira de segunda-classe não teria acesso ao restaurante, mas na noite do naufrágio foi passear para o convés coberto de segunda-classe que ficava no convés B e cujas janelas que davam para esse espaço eram do restaurante à la carte onde o capitão foi homenageado. Foi neste mesmo espaço que Ruth Becker passeou o seu irmão mais novo no carrinho dias antes e ficou deslumbrada com os talheres e as toalhas novas.