23 de dezembro de 2013

A Administração de Navios da classe Olympic deseja-lhe um Feliz Natal cheio de Prendas, Felicidades e carinho


VÍTIMAS DO TITANIC MANIFESTAM-SE

VÍTIMAS DO TITANIC FALAM DO SEU FIM TRÁGICO 

Em 15 de Abril de 1912, o Titanic afundou levando quase 1500 passageiros à morte. Em 15 de Abril de 2012, Debbie Raymond-Pinet convidou as vítimas a voltarem e contarem as suas experiências traumáticas... e elas vieram. O resultado são as histórias por contar do Titanic num livro chamado "Intentional Spirits - Voices from the Titanic", uma saga de como uma medium lidou com uma multidão de espíritos que apareceu e como uma escritora os ajudou na sua libertação e o que eles precisavam dizer sobre o que sentiram no desastre. A partir de um navio afundado no abismo negro das profundezas do oceano, as vítimas do Titanic contam as suas histórias num verdadeiro e sincero relato de como sucumbiram a um dos maiores desastres do mundo. Um bonito jovem italiano parece sancionar os espíritos que vêm do outro lado, incluindo o de uma criança que passou cem anos à procura da sua mãe e do seu copo de leite que tomava sempre antes de dormir. Os ricos e os pobres, os jovens e os velhos regressam para contar como viveram neste mundo momentos antes de morrerem e como vivem ciclicamente os seus últimos momentos num navio afundado nas profundezas do oceano. É uma viagem comovente e convincente para aqueles que desejam regressar. Voltaire disse: "Aos vivos devemos respeito, mas aos mortos devemos a verdade." Intentional Spirits confirma a vida e a morte destas vítimas com uma veracidade não contaminada, tal como eles mesmos a relatam. Eles aparecem, em sua maior parte, em ordem cronológica, com excepção de alguns flashes que surgem em forma de imagens ou vozes, para indicarem as suas intenções. Como que por intenção divina, as suas classes sociais e nacionalidades são variadas. Após relatarem o desastre com as suas vozes, elas não são mais vítimas. De todas as pessoas que morreram, apenas alguns falam neste livro, alguns espíritos intencionais que, depois de um século, agora podem descansar em paz entre aqueles que ainda não a alcançaram. 
Sobre os autores: Bonnie Meroth passou 30 anos a trabalhar como jornalista, escritora de viagens e colaboradora em revistas, jornais, publicações internacionais, guias de viagem, livros e comentadora de televisão. Reside em Epping, New Hampshire, onde gere a sua empresa de relações públicas. Raymond-Pinet é uma medium psíquico dedicada à comunicação com os espíritos do outro lado e os que ainda estão presos neste mundo físico. Ela abre a mente e o espírito para ver o passado, o presente e o futuro para encontrar respostas e tirar lições positivas tornando-se professora e confidente de muitos dos que pereceram. Reside em Raymond, onde gosta de escrever, acampar e ler um bom livro.

20 de dezembro de 2013

ESCAPE THE TITANIC

O MAIS RECENTE JOGO DO TITANIC PARA O SEU ANDROID 

Mais de dois milhões de pessoas já aceitaram o desafio. Escape The Titanic é um jogo de quebra-cabeças totalmente gratuito para Android, cujo nome diz tudo o que se precisa saber. Tente sobreviver ao Titanic enquanto este se afunda. Ao usar um cenário como o naufrágio do Titanic, com o qual toda a gente está bastante familiarizada, o jogo jamais se torna entediante. Se pretendemos um jogo mais mecânico Escape The Titanic simplesmente coloca esse desafio atrás de uma porta marcada como "casa de máquinas". Se pretende um jogo com alguns obstáculos no caminho, temos a imagem de escolha com outros passageiros. Estas são coisas que associamos facilmente ao Titanic, então podemos ir directo ao jogo desejado sem muitas dúvidas ou justificações. Além de um pequeno texto no início o jogo passa directamente para os icebergues e quebra-cabeças que precisamos resolver. A maioria dos desafios seguem a mesma estrutura: é preciso chegar a algum lugar, mas há algo no nosso caminho e temos que descobrir uma maneira de superá-lo. Às vezes, isso envolve um teste à memória, astúcia, conhecimento geral e, ocasionalmente, até mesmo de matemática (estes são os desafios menos divertidos). Às vezes, há um limite de tempo, e mesmo sabendo que se trata apenas de uma imagem no meu telefone, acaba por subir a adrenalina quando vemos a água subir enquanto nos apressamos para abrir uma porta. A maioria dos quebra-cabeças são apresentados sem muita explicação, por isso há um duplo desafio de primeiro se descobrir o que é para fazer e, em seguida, como fazê-lo. Pessoalmente, não encontrei nenhum desafio extremamente difícil, mas é o suficiente para me manter entretido. Não é como no filme, em que fechamos as cortinas do nosso quarto, metemos "não incomodar" na porta para assistir com toda a emoção, mas é uma óptima forma de passar o tempo por exemplo numa viagem para o trabalho ou para as aulas. Pode baixá-lo no google play.

DOWNTON ABBEY


DOWNTON ABBEY E O TITANIC 

Downton Abbey é uma das séries mais vistas em todo o mundo e uma das minhas preferidas e mais marcantes na minha vida. Do mesmo autor de Titanic (2012 series), Julian Fellowes, esta série começa no dia 15 de Abril de 1912, quando na residência com o nome de Downton Abbey, o Conde de Grantham (Robert Crawley) recebe a notícia que o seu sobrinho e herdeiro de toda a fortuna, Patrick Crawley, e o pai James estavam no Titanic e foram considerados mortos. Patrick estava noivo da filha mais velha de Robert, Lady Mary que herdaria a fortuna da família. Após receber a notícia de sua morte, ela começa a procurar por um novo pretendente adequado. Mais tarde, na segunda temporada, a grande mansão serve de casa de convalescença para os feridos da Grande Guerra, e é quando surge um soldado com o rosto desfeito e coberto de ligaduras que diz ser o falecido Patrick. Este homem dá pormenores específicos da família, reconhecendo alguns membros do clã Crawley e certas histórias do passado... 
A criadagem da família é vasta e possui um elaborado sistema hierárquico, que passa por criadas, lacaios e mordomos. A série conta já com quatro temporadas, e conta os dramas e histórias da família e dos empregados ao longo dos primeiros anos do século XX no reinado de Jorge V, passando pela Primeira Guerra Mundial, a gripe espanhola, os loucos anos vinte, os tumultos entre católicos e protestantes, e a luta pela Independência da Irlanda do Norte. A música abaixo faz parte da trilha sonora e chama-se Titanic. Oiça aqui.

4 de dezembro de 2013

COSTA CONCORDIA E TITANIC

COSTA CONCORDIA E TITANIC 
Quando em 2012 o Costa Concordia encalhou ao largo do porto de Isola del Giglio na Toscana, submergindo parcialmente, depressa apareceram comparações forçadas com o Titanic. O que pretendo aqui é "descomparar" e dar a conhecer que pouco existe de semelhanças. O Titanic afundou-se em 15 de Abril de 1912, tendo batido no icebergue às 23h40 do dia 14. O Costa Concordia abalroou as rochas por estar demasiado perto de terra na noite de 13 de Janeiro de 2012 e ficando submerso 2/3 do seu tamanho. O Titanic seguia na sua viagem inaugural, o Concordia já fazia travessias desde 2006. Por isso em imagens como esta que comparam os dois navios, a única coisa que posso dizer que acho parecida, é a beleza dos dois iluminados na noite escura, morrendo lentamente. Já que as datas de ambos estão erradas. 
Clique na imagem
para a ver ampliada.
Outra comparação realizada foi a dos dois capitães dos navios. É de lembrar que no Titanic o capitão Smith foi para o fundo com o seu navio, já o capitão Schettino foi dos primeiros a deixar o Concordia. Se formos comparar as dimensões e capacidades dos dois, identificamos as diferenças. O Titanic media 270m de comprimento, o Concordia 290m. Em largura o Titanic tinha 28m, o Concordia 35,5m. Em peso bruto, o Titanic passava as 46 mil toneladas, o Concordia as 114 mil. Coincidência ou não, foi o facto da última música a ser tocada no Concordia ter sido My Heart Will Go On, segundo contam alguns sobreviventes. E por falar em sobreviventes, os resultados finais das duas tragédias são de cerca de 1500 mortos no Titanic, no Concordia 32. No passado, uma sobrevivente do Concordia veio a público relembrar a tragédia do Titanic onde um parente seu não teria resistido, leia aqui.

Visita ao Titanic custa R$ 11 mil; veja cruzeiros para amantes de aventura


Polo Norte, Havaí e Amazônia estão na lista feita pelo site CNN, que reúne opções com diárias a partir de R$ 900

Nos vestígios do Titanic Para quem procura uma viagem  com experiências e sensações novas, um cruzeiro pode não ser a primeira coisa que passa pelacabeça. No entanto, o que muita gente não sabe é que os cruzeiros não se limitam a grandes navios de luxo pelo Caribe, com programação para adultos e crianças, festas e restaurantes. Para quem gosta de aventuras, o site CNN fez uma seleção de 10 cruzeiros diferentes. Confira a seguir.

O naufrágio do Titanic, em 1912,  foi um dos mais famosos e emblemáticos da história, e ganhou ainda mais curiosos após o famoso filme com Leonardo di Caprio e Kate Winslet como protagonistas. Os verdadeiros apaixonados podem navegar até o meio do Oceano Atlântico para embarcar em um submarino e ver de perto os vestígios do imenso navio, numa verdadeira viagem no tempo a quase 4 mil m abaixo da superfície. Os cruzeiros são feitos segundo disponibilidades legais pela Adventure Associates, a partir de R$ 11 mil por noite. 

Cruzeiros saem da Tasmânia e custam a partir de R$ 1.400  Foto: US Embassy New Zealand
Cruzeiros saem da Tasmânia e custam a partir de R$ 1.400 
Foto: US Embassy New Zealand

Nos passos dos exploradores da Antártida
Exploradores históricos, como Scott e Amundsen, foram alguns dos que desbravaram a imensidão da Antártida, o Continente Branco. Hoje, turistas aventureiros têm a possibilidade de seguir seus passos, navegando entre icebergs e fiordes em cruzeiros da Heritage Expeditions, que saem da Tasmânia e custam a partir de R$ 1.400 diários por pessoa.


Quebrando o gelo no Polo Norte
Um século atrás, atingir o Polo Norte era uma aventura comparável ao que seria viajar à lua atualmente. Hoje, o Ártico ainda é um destino para poucos, mas é acessível em diferentes viagens, desbravando a imensidão branca e explorando a região remota e inóspita.  A Quark Expeditions leva passageiros em expedições de duas semanas a bordo do quebra-gelo mais poderoso do mundo, com saída na cidade russa de Murmansk a partir de  R$ 4 mil diários. 
De ilha em ilha no Pacífico
Longe dos cruzeiros gigantes e multitudinários que navegam pelas águas do Pacífico, o Braveheart da empresa Wild Earth Travel tem lugar para apenas doze passageiros. O barco leva os visitantes para conhecer as ilhas mais remotas e intocadas da região, encontrando apenas a natureza selvagem numa viagem de 29 dias, a partir de R$ 2.800 diários por pessoa.
No coração do oeste da África
Países do oeste da África,  como Angola, Serra Leoa e Congo, se recuperam de anos de conflitos e se transformam cada vez mais em destinos turísticos atrativos. Com preços a partir de R$ 1.400 diários, a G Adventures leva seus passageiros para explorar vilarejos litorâneos, santuários de vida selvagem e mercados, entre muitas surpresas.

Livro da selva
O rio Brahmaputra começa nas geleiras do Tibete e serpenteia por mais de 2.900 km até desembocar na Baía de Bengala. A empresa Assam Bengal Navigation é especializada em cruzeiros pelo rio, percorrendo diferentes trechos e permitindo conhecer lugares como o Parque Nacional de Kaziranga, com a possibilidade de ver de perto animais como elefantes, rinocerontes e tigres. Viagens a partir de R$ 900 diários por pessoa.

Amazônia peruana
O rio Amazonas oferece uma natureza impressionante, rodeado pela exuberante selva Amazônica, conhecida como "pulmão do planeta". Saindo da cidade peruana de Iquitos, a Aqua Expeditions leva os seus passageiros para conhecer a Reserva Nacional de Pacaya Samiria, um dos mais belos santuários encontrados na região, onde há populações nativas e animais, como botos, piranhas, bichos-preguiça e macacos. Expedições a partir de R$ 1.630 diários. 

A região de Kimberley, no noroeste da Austrália, é conhecida por ser inóspita e ter águas infestadas de crocodilos Foto: David Busch/Flickr
A região de Kimberley, no noroeste da Austrália, é conhecida por ser inóspita e ter águas infestadas de crocodilos
Foto: David Busch/Flickr

Atravessando a antiga Kimberley
A região de Kimberley, no noroeste da Austrália é conhecida por ser extremamente inóspita, até para seus habitantes nativos instalados lá há milhares de anos. No entanto, o local oferece magníficas paisagens que podem ser exploradas em cruzeiros entre abril e setembro, após um período de chuvas torrenciais que criam cachoeiras que correm pelos penhascos e formações rochosas em meio a águas infestadas de crocodilos. A North Star Cruises Australia tem diversas opções de cruzeiros a partir de R$ 2.200 diários por pessoa.

Passagem do Noroeste
A Passagem do Noroeste é o nome dado ao conjunto de estreitos (canal de água que une dois corpos aquosos, como mares e oceanos, e separa duas massas de terra) que formam uma via marítima no norte da América, passando pelo Circulo Polar Ártico, unindo o Atlântico e o Pacífico e chegando ao estreito de Bering, que separa o Alasca da Rússia. Apesar do ambiente inóspito da região, os raros visistantes encontram paisagens estonteantes e absolutamente intocadas em cruzeiros organizados pela One Oncean Expeditions, com preços a partir de R$ 1.400.
 
Safári nas Ilhas do Havaí

É possível conhecer o Havaí sem se limitar aos clichês de resorts de luxo e pontos turísticos. A Un-Cruise Adventures oferece cruzeiros em barcos de apenas 36 passageiros que exploram a ilha de Big Island combinando atividades como caiaque, trilhas em meio aos vulcões e mergulhos com golfinhos e arraias. Preços a partir de R$ 1.600 diários por pessoa. 

O Inicio da Classe Olympic!


21 de novembro de 2013

Morte do Maior e Lindo navio Hospitalar -> Britannic


Britannic partiu de Southampton num domingo, dia 12 de novembro de 1916. Ele não levava nenhum "passageiro". 
No dia 17 de novembro de 1916, chegou a Nápoles, para abastecer e partir no sábado, mas uma tempestade feroz atrasou sua partida.
Terça-feira, 21 de novembro de 1916. O Britannic estava navegando pelo Canal de Kea no mar Egeu, em plena Primeira Guerra Mundial. Perto das 7h da manhã, uma tremenda explosão golpeou o Britannic, pouco tempo depois outra tremenda explosão causada por um torpeto se ouviu (foi atinguido a meio) adernou e começou afundar muito depressa pela proa. O Capitão Bartlett experimentou encalhar o Britannic na Ilha de Kea, mas não teve sucesso. 

Em 55 minutos, o maior transatlântico da Inglaterra, com apenas 351 dias de vida, afundou. 
A explosão ocorreu aparentemente entre a 2ª e a 3ª antepara a prova de água e a antepara 2 e 1 também foram danificadas. Ao mesmo tempo, começou a fazer água na sala de caldeiras 5 e 6.
 Este era asperamente o mesmo dano que levou seu irmão, o Titanic, a afundar.


Infelizmente 30 pessoas morreram na ocasião. 

A maioria destas mortes ocorreu quando os hélices emergiram das águas e sugou alguns barcos salva-vidas,também essas pessoas não remaram para se afastar do navio. 

Os motores ainda estavam em funcionamento, pois na correria de tentar encalhar o navio, esqueceram de parar os motores.

O Britannic está tombado de lado a apenas 350 pés (107m) de profundidade. Tão raso que a proa bateu no fundo antes dele afundar totalmente, e devido ao imenso peso do navio a proa se retorceu toda.

Ele foi descoberto em 1976 em uma Exploração dirigida pelo oceanógrafo Jacques Cousteau.

É fácil distinguir o Britannic de seus irmãos, devido aos gigantescos turcos de barco salva-vidas, e também porque a maioria das fotografias suas mostram ele todo pintado de brancocom uma faixa verde pintada no casco de proa a popa, separada apenas por 3 grandes cruzes vermelhas de cada lado, designando-o como um navio hospital.
 O HMHS Britannic nunca chegou a receber um centavo para transportar um passageiro.

O Britannic é hoje o maior transatlântico naufragado.

Mortos no naufrágio do HMHS Britannic: 
  1. Arthur Binks 
  2. Arthur Dennis 
  3.  Charles C. S. Garland 
  4.  Charles J. D. Phillips 
  5.  Frank Joseph Earley 
  6.  G. Philps 
  7.  George De Lara Honeycott 
  8.  George James Bostock
  9.  George Sherrin 
  10.  George William Godwin 
  11. George William King 
  12.  Henry Freebury 
  13. Henry James Toogood 
  14. James Patrick Rice 
  15. John Cropper 
  16.  John George McFeat 
  17. Joseph Brown 
  18.  Leonard George  
  19. Leonard Smith 
  20.  Percival W. E. White 
  21.  Pownall Gillespie 
  22. Robert Charles Babey 
  23.  Thomas A. Crawford 
  24.  Thomas Francis Tully 
  25.  Thomas Jones 
  26. Thomas Taylor McDonald  
  27. Walter Jenkins
  28.  William Sharpe 
  29.  William Smith 
  30. William Stone
Em memória dos 97 anos do BRITANNIC


8 de novembro de 2013

UM VILÃO NO TITANIC

UM VILÃO NO TITANIC 

Caledon Hockley, o noivo prometido de Rose Bukater no filme Titanic de James Cameron, não existiu mas hoje conhecemos verdadeiros vilões a bordo do Titanic. Este é Harry Haven Homer, um dos jogadores mais infames em primeira classe no Titanic. Nascido em 28 de Novembro de 1871, (outras fontes referem 1872) era filho de Richard Homer, um médico em Knightstown, Indiana, que nascera em 1819 em Londres e morrera em 1902 no Indiana. Apesar de ser filho de uma proeminente família, Homer era a ovelha negra, tinha como profissão oficial a de pecuarista até 1912 e residência oficial em Indianopolis. Harry teve uma educação esmerada mas preferiu navegar no Atlântico Norte com o objectivo de enganar os cavalheiros de primeira classe nos jogos de cartas. Além disso, ainda foi preso por outros crimes, envolvendo principalmente os crimes de roubo e burla ao longo dos anos. Embarcou em Cherbourg no Titanic, sobre o nome E. Haven de modo a não ser identificado como o burlão "Kid". Desconfio que é este o homem que em Maio de 1912 a sobrevivente do Titanic Lily May Futrelle, esposa do famoso escritor que faleceu no naufrágio, viria a mencionar ao expressar o seu desgosto de que o seu bom e decente marido tenha morrido no naufrágio, enquanto um jogador com seu olhar maldoso sobreviveu e se cruzou com ela no convés do Carpathia. Homer sobreviveu a bordo do bote 15 e casou-se com Delia Atwater, mas não teve filhos e tudo indica que ela ficava em casa enquanto ele exercia o seu negócio. Quando ela morreu, Henry mandou-a cremar e enviou as cinzas para os seus cunhados que viviam em Cincinnati, Ohio. Harry Homer não lhes disse o que seguia no pacote, mas pediu que simplesmente o guardassem até à próxima vez que ele os fosse visitar. Os anos se passaram e ele não visitara os cunhados, foi então que decidiram finalmente abrir o pacote e descobriram chocados que eram as cinzas da sua irmã. Assim, enterraram o recipiente com as cinzas de Delia na sua propriedade. Quando Harry Homer finalmente se decidiu a visitá-los, vários anos mais tarde, não perguntou o que tinha acontecido com as cinzas de Delia. Continuou a viajar e a burlar várias pessoas a bordo de navios, e em 1930 casa-se novamente com uma mulher chamada Irene Harris onde viveu num apartamento em New York. Provavelmente, num esforço para evitar as autoridades, ainda usou o nome do seu cunhado nos últimos anos de vida ao ponto de estar registado com esse nome na sua certidão de óbito. Morreu em 1939. A sua sobrinha residente em Albuquerque no Novo México diz que sabe algo sobre Homer que consegue ser pior do que qualquer outra coisa que se sabe sobre ele, mas que o que sabe vai morrer consigo. O jornal The Witney Gazette de 11 de Maio de 1912 talvez ajude a desvendar esse segredo: JOGADORES NO TITANIC ESCAPAM VESTIDOS DE MULHER Uma história extraordinária é relatada em New York a respeito da fuga no naufrágio do Titanic de dois jogadores bem conhecidos que, há já alguns anos, têm frequentado os navios do Atlântico, e contra os quais anúncios contra burlas e roubos são publicados em vários navios, e na verdade também foram colocados na sala de fumo do Titanic quando este saiu de Southampton.
Os dois homens, diz o correspondente de New York do jornal The Daily Chronicle, são conhecidos como "Doc Owen" e "Kid Homer", e estavam num jogo de cartas com um terceiro homem quando o acidente aconteceu. Ao perceberem que não havia salvação para o Titanic, decidiram tentar fugir num dos botes. Aqueles que tinham autoridade no navio, no entanto, foram permitindo que apenas mulheres e crianças pudessem partir. "Doc Owen", teria conseguido os serviços de um mordomo a bordo, e alega-se que tenha sido pago para manter a identidade dos jogadores em segredo durante a viagem, e, dando-lhe um maço de notas novas, pagou para este lhes fornecer roupas e chapéus de mulher. Vestidos com essas roupas, os três homens correram para o convés e embarcaram num barco salva-vidas cheio de mulheres. Depois desfizeram-se das roupas de mulher, que atiraram ao mar. O barco em que estavam cheio de mulheres imigrantes e os seus filhos não tinha homens suficientes para remar. Assim, a ajuda deles foi bem-vinda.

1 de novembro de 2013

CAPITÃO DO TITANIC NÃO MORREU

Hoje trago mais uma nova luz exclusiva a este mistério. A conhecida revista Life, de 12 de Fevereiro de 1940 publica o corpo daquele que parece ser o Capitão Smith. O artigo escrito por Charles Wilson diz o seguinte: 
"Silent Smith - Há vinte e oito anos o Capitão E J Smith do SS Titanic desapareceu em New York. Três anos depois, um desconhecido, um homem pobre, a quem a polícia local chamava de "Silent Smith" morreu em Lima, Ohio. O estranho não falava, exceto quando era perguntado o seu nome, murmurava "Smith". Sem dúvida, era um marinheiro irlandês. Tinha tatuado no peito "The Rock of Ages". Um mapa do Pacífico estava tatuado nas suas costas. A sua altura e peso eram os mesmos que os de Smith do Titanic.
Embalsamado por um agente funerário local, o corpo do silencioso Smith foi mantido em exposição num esforço para se identificá-lo. Ninguém foi capaz de fazê-lo. Mas o corpo é um bom barómetro e o cabelo continua a crescer sendo cortado de tempos a tempos pelo homem que possui o corpo."

Para saber mais sobre o assunto, veja os seguintes links:

15 de outubro de 2013

FOTOGRAFIA HISTÓRICA

NOVA FOTOGRAFIA APÓS O NAUFRÁGIO TORNADA PÚBLICA 
Uma fotografia fantástica e rara mostra os mortos do Titanic que foram sepultados no mar. O momento raro mostra dois homens deixando cair uma das vítimas borda fora do navio de resgate de corpos, o Mackay Bennett. A foto foi tirada dias depois do navio bater no iceberg em 15 de abril de 1912, mas só agora acaba de ser tornada pública. A foto vai ser leiloada pela Henry Aldridge & Son dia 19 de Outubro, em Devizes, Wilts, e terá como base o valor de £ 5,000. O leiloeiro Andrew Aldridge disse: "Esta imagem faz desaparecer o mito de quem nem todos tiveram um enterro com dignidade". Vemos os corpos empilhados em sacos num funeral em massa realizado pelo Rev. Hind, o padre do navio, em memória das dezenas de vítimas do Titanic antes de serem sepultadas no mar diante dos olhares tristes mas respeitosos da restante tripulação.

23 de setembro de 2013

COSTA CONCORDIA RESGATADO

COSTA CONCÓRDIA RESGATADO 

Ao final de 20 meses e 19 horas de manobras, o paquete Costa Concordia regressou à posição vertical, ao largo da ilha italiana de Giglio.
Com a remoção da embarcação prevista apenas para o final da primavera, as equipas técnicas no local trabalham agora na estabilização do navio antes de tentarem resgatar os últimos corpos de 2 das 32 vítimas do naufrágio.
Os familiares das vítimas visitaram o local do naufrágio, onde depositaram uma coroa de flores.
A filha de uma das vítimas testemunha:
“Um ano depois é indiscritível a sensação de ainda estar à sua espera. Espero sinceramente que, depois de estabilizarem o navio, que possam recuperar o seu corpo”.
Os trabalhos para resgatar os cadáveres, coincidem com o debate em Itália sobre o local onde o Costa Concordia será desmantelado.
Pelo menos nove portos italianos já entraram na “corrida”, criticada pelo ministro do ambiente, entre os quais os portos de Palermo e Génova.
As equipas de resgate vão ter ainda nos próximos dias uma nova tarefa, recuperar os pertences pessoais dos cofres fortes de mais de 4 mil cabinas.
euronews.com
É interessante que no passado se fizeram comparações com o Titanic por coincidir com o centenário do naufrágio e as datas do mês serem próximas, aliadas ao tempo frio. Mas esta fotografia também deixa uma recordação da imagem de capa do filme Ghosts Of Abyss.

9 de setembro de 2013

Um violino que foi usado na viagem do Titanic ficará exposto ao público a partir do dia 18 de Setembro no museu Titanic Belfast ...

Um violino que foi usado durante a travessia do Titanic e que afundou junto com o transatlântico em 1912 ficará exposto ao público a partir do dia 18 de Setembro no museu Titanic Belfast, antes de ser leiloado.

O violino pertencia a Wallace Hartley, o diretor da orquestra do cruzeiro, que, junto com os outros sete músicos, entrou para a história do Titanic ao tocar seu instrumento ao mesmo tempo em que o lendário navio afundava, após se chocar com um iceberg na madrugada de 15 de abril, há mais de um século.
Tanto o instrumento como o corpo do músico foram recuperados das águas do Atlântico dias depois do acidente, junto com as cartas de sua amada, Maria Robinson, que tinha dado o violino de presente para celebrar o compromisso.
Mas as coisas não foram assim até 2006, quando o instrumento reapareceu e suscitou um intenso debate sobre sua autencidade, que foi investigada durante sete anos até ficar provado, em 2011, que Wallace Hartley tinha tocado este mesmo violino no Titanic.
Agora o violino ficará exposto, junto com seu estojo de pele com as iniciais do músico (W.H.H.), em uma das maiores exposições sobre o transatlântico, no museu Titanic Belfast, situado junto aos estaleiros de Hartland & Wolf, onde a embarcação foi construída.
"O violino estava atado ao corpo de Wallace Hartley quando foi descoberto. É uma bonita história que surgiu da cena do desastre. (O instrumento) volta ao berço do Titanic em Belfast", disse nesta segunda-feira Tim Husband, porta-voz do museu.
O instrumento estará exposto pela última vez em Belfast antes que a casa de leilões Henry Aldridge & San o leve a leilão em 19 de outubro, com um preço que ainda não foi estipulado.

Titanic 2012 Mini séries Assistir


Episódio 1 -> Assistir
Episódio 2 -> Assistir
Episódio 3 -> Assistir
Episódio 4 e último -> Assistir


8 de setembro de 2013

Estaria o capitão Edward Smith bêbado na no dia do naufrágio do Titanic?

CAPITÃO DO TITANIC BÊBADO 
O capitão do Titanic estava bêbado quando o navio bateu num iceberg e afundou, alega um documento recém-descoberto.
O capitão Edward Smith foi, aparentemente, visto a beber no bar do salão do navio.
Os livros de história mencionam que o capitão acordou quando o navio bateu no iceberg e que corajosamente decidiu ir para o fundo com o seu navio. Mas um relato inédito da sobrevivente Emily Richards culpa o capitão Smith pela tragédia e diz que ele estava a beber nas horas antes da colisão. A passageira de segunda-classe fez a acusação numa carta que ela escreveu para casa dois dias depois do naufrágio, ainda a bordo do Carpathia, que resgatou os sobreviventes do Titanic. A Sra. Richards, de 24 anos, e os seus dois filhos foram resgatados nos botes salva-vidas, mas o seu irmão, George, estava entre as 1.500 pessoas que morreram nas águas geladas do Atlântico. Na carta, enviada para a sua sogra, a Sra. Richards, de Penzance, Cornwall, escreveu: "O barco atingiu um iceberg às 11 horas no domingo à noite. O capitão foi para o salão beber, e deu ordens para alguma outra pessoa olhar pelo navio. Foi falha do Capitão. O meu pobre irmão George... muitos morreram afogados, é tudo quanto sabemos até agora."
É amplamente reconhecido que o Capitão Smith, de 62 anos, passou a noite do desastre num jantar no restaurante de primeira-classe antes de retornar ao seu camarote. Mas o relato feito pela Sra. Richards oferece uma alternativa atraente para os seus movimentos naquela noite fatídica.
O documento, juntamente com a segunda carta que ela escreveu para casa depois de chegar a New York no Carpathia, veio à luz com o 100º aniversário do naufrágio.
Ambas foram vendidas pelos Leiloeiros Henry Aldridge e Filho de Devizes, Wilts, com uma estimativa de £ 20.000.
O leiloeiro Andrew Aldridge disse: "Esta mulher estava muito abalada com a perda do seu ente querido, é normal que quisesse ter alguém a quem culpar, e claramente ela culpou o capitão. Tanto quanto sabemos não há outros relatos de testemunhas que coloquem o capitão no salão a beber na noite do naufrágio. Então o relato de Emily Richards não é consistente com as dezenas de outros que existem."
Um especialista no Titanic disse que esta é a primeira vez com que ele se depara com uma acusação ou insinuação de que o Capitão Smith tenha bebido na noite do naufrágio.
Una Reilly, co-fundadora da Belfast Titanic Society, questiona-se por que Emily Richards não fez a acusação pública, se o que ela tinha presenciado era verdade.
A Sra. Reilly disse: "Ela pode ter testemunhado o capitão no bar do salão, mas o que ele estava a beber não pode ser comprovado. Não se pode dizer que ela estava enganada, porque ela era a única que estava lá, mas eu acho estranho ela não repetir essa acusação, mais tarde, em entrevistas e inquéritos. Eu nunca ouvi essa acusação ser lançada sobre o Capitão Smith antes. Nunca se levantou qualquer dúvida sobre ele nas duas investigações oficiais sobre o desastre. Após o naufrágio o Capitão Smith foi quase glorificado por ter ido ao fundo com o navio, não havia muita culpa ligada a ele. Existia uma estátua do capitão Smith erguida na sua cidade natal em Lichfield em Staffordshire sem qualquer mancha no seu carácter. Eu não posso imaginar que ele tenha ido beber com os passageiros."
A Sra. Richards e os seus dois filhos, William e Sibley, estavam a caminho de New York para se juntar ao marido James, que havia emigrado para o Ohio no início desse ano.
Ela partiu na viagem inaugural do Titanic de Southampton para New York com os seus filhos, seu irmão mais novo, George, 23 anos, sua irmã Nellie, e sua mãe, Elizabeth.
Após o navio atingir o iceberg  pelas 23:40 de 14 de abril de 1912, as três mulheres e as duas crianças foram ajudadas a entrar num bote salva-vidas, mas George permaneceu a bordo.
A Sra. Richards escreveu mais tarde a partir do Carpathia: "Espero nunca mais voltar a ver tal coisa. Foi-se como um suspiro. O mar parecia como a água de piscina. Eu e a minha mãe e as crianças, embarcamos num bote. Os mais pobres tinham que vir depois. Espero que o meu pobre George esteja a salvo. Dou graças por ter os meus dois filhos queridos a salvo e minha querida mãe e a Ellen. Perdi todas as minhas coisas... mas não me importo, estou a salvo.
Na segunda carta, escrita mais tarde no Hotel Star, em New York, ela escreveu: "George pobre rapaz está desaparecido. Willie estava vestido com um casaco feito de lona de cobrir os botes, o bebê tem uma gripe, mas Willie está bem. Os norte-americanos foram gentis a respeito de nos darem roupas. Esta cidade é uma cidade de luto." Sabe-se que a Sra. Richards, como passageira de segunda-classe não teria acesso ao restaurante, mas na noite do naufrágio foi passear para o convés coberto de segunda-classe que ficava no convés B e cujas janelas que davam para esse espaço eram do restaurante à la carte onde o capitão foi homenageado. Foi neste mesmo espaço que Ruth Becker passeou o seu irmão mais novo no carrinho dias antes e ficou deslumbrada com os talheres e as toalhas novas.

24 de agosto de 2013

Fotos do Titanic











Edward Smith pensando "Oque foi é que eu fui fazer"


Fotos do Britannic

Finalização da construção do Britannic

Deck A

Acualmente a ponte de comando

Olympic Titanic e Britannic


Britannic 
Escadaria do britannic , onde estão essas 3 senhoras é onde estava o relógio
no Titanic e Olympic


23 de agosto de 2013

Thomas Andrews O Projetista do Titanc

Thomas Andrews Jr. ( 7 de fevereiro de 1873 – 15 de abril de 1912) foi diretor e chefe de construção naval na empresa Harland and Wolff na cidade de Belfast, Irlanda.
Andrews foi o projetista do maior e mais luxuoso navio de passageiros de sua época: o RMS Titanic. Ele viajava na viagem inaugural do Titanic, para fazer reparos e ajustes se necessário, porém o navio colidiu com um iceberg em 15 de abril de 1912 matando quase 1.500 no desastre.
Biografia
Thomas Andrews.jpg
Thomas Andrews nasceu no condado de Comber na Irlanda, filho de Thomas Andrews e Eliza Pirrie. Em 1884, Andrews começou a estudar na Royal Belfast Academical Institution em Belfast, e em 1889, ano que completou dezesseis anos, começou a trabalhar em um estaleiro de grande porte chamado Harland and Wolff onde seu tio William James Pirrie era sócio. Na Harland and Wolff, Andrews trabalhou em diversas áreas na construção de navio, ocupando muitos cargos, mas em 1901 transformou-se projetista naval. No mesmo ano, transformou-se também um membro da Institution of Naval Architects. Em 1907, Andrews foi apontado como possível diretor e chefe de departamento de construção da Harland and Wolff. Durante seus longos anos de trabalho na construção naval, ele estudou e trabalhou muito e acabou se dando bem dentro da companhia, adquirindo respeito de muitos trabalhadores. Em 24 de junho de 1908, casou-se com Helen Reilly Barbour, com quem teve uma filha, Elizabeth, em 1910.
Rms Olympic

Olympic em 1911 pronto para a viagem inaugural.
Em 1907, Andrews começou a fazer planta para um super navio para a época, o RMS Olympic para a White Star Line. Seu navio irmão Olympic e o RMS Titanic, que começou a ser construído em 1909, foi projetado por William Pirrie e por Alexander Carlisle junto com Andrews. Como ele já tinha feito navios semelhantes, Andrews familiarizou-se com cada detalhe do Olympic e do Titanic, a fim assegurar-se de que estivesse um ótimo funcionamento. Andrews dirigiu um grupo dos trabalhadores da companhia de construção naval Harland and Wolff que foram nas viagens dos navios construídos para observar operações dos navios e para fazer todas as melhorias necessárias. O Titanic não era nenhuma exceção, Andrews e seu grupo viajaram de Belfast a Southampton para embarcar na viagem inaugural do Titanic em 10 de abril de 1912. Durante a viagem, Andrews fêz exames e várias melhorias que sentiu necessário.







Titanic em sua partida.
Em 14 de abril, exatamente as 23:40, o Titanic colidiu com um iceberg a estibordo, perfurando o casco e inundando vários compartimentos. 
O Capitão Edward J. Smith chamou Andrews para examinar o navio. Andrews determinou que não havia nada que podia ser feito e que o Titanic ia afundar.


A evacuação do Titanic começou com a distribuição de coletes salva-vidas e acordando os passageiros em seus quartos que ainda não sabiam do acidente, e os ordenou a ir ao convés. Inteiramente ciente do tempo curto e sabendo que o navio tinha sido construído com menos botes salva vida do que o número de passageiros a bordo ele estimulou as pessoas a colocar o número máximo de pessoas a bordo dos botes (60 pessoas) na esperança de enchê-los o máximo possível. De acordo com o relato de John Stewart, Thomas Andrews foi olhar por um último instante a pintura "Approach to the New World" na sala dos fumantes na primeira classe e nunca mais foi visto com vida. A pintura que significa "Chegando ao novo mundo" descreve a entrada em Plymouth Sound, nos EUA por onde o Titanic passaria em sua viagem de volta. A pintura frequentemente é mostrada incorretamente na TV e nos filmes, mostrando a entrada no porto de Nova Iorque, porém quem entraria no porto de Nova Iorque seria o Olympic. Seu corpo nunca mais foi visto depois disso. Os jornais consideraram Andrews como um herói devido a sua persistência em colocar o maior número de pessoas dentro dos botes salva-vidas, evitando a morte de muitas pessoas. Em 1914 um memorial foi construído em sua cidade natal: "Thomas Andrews Jr. Memorial Hall" e foi esculpido pela artista Sophia Rosamond Praegar. O memorial é mantido pela "South Eastern Education Board"